26/05/2015 às 10h57min - Atualizada em 26/05/2015 às 10h57min

Vacinação termina dia 31 e Piranhas está na lista dos municípios de alto risco para casos de raiva

Jotta Oliveira - com informações do Goiás Agora
Tribuna Piranhense
Prazo para vacinação de animais termina no dia 31 (Foto: Reprodução)

Os produtores rurais de todo o Estado têm até o dia 31 de maio para vacinar bovinos e bubalinos contra a febre aftosa. O prazo também é o mesmo para a imunização contra a raiva, obrigatória em Piranhas e mais 118 municípios goianos. Após a vacinação, os produtores têm até o quinto dia útil de junho (dia 8) para apresentar à Agência de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) a declaração.

Para as duas doenças caso seja vacinado o rebanho, mas não apresentada a declaração dentro do prazo será aplicada multa de R$ 60 por propriedade. Caso não seja efetivada a imunização, será aplicada multa de R$ 7 por cabeça e realizada a vacinação assistida por médicos-veterinários da Agrodefesa.

Por meio de seu sistema eletrônico, a Agrodefesa tem o controle de todos os animais de cada propriedade, assim como das vacinas vendidas e seus compradores. Propriedades com suspeita ou risco das doenças são acompanhadas por meio de vacinação assistida.

Aftosa
O presidente da Agrodefesa, Arthur Toledo, destaca que além de prevenir a incidência da febre aftosa – que é transmissível aos seres humanos – a vacinação possibilita a manutenção do status de zona livre da doença, permitindo a exportação de carne bovina e bubalina. Em Goiás são cerca de 21,4 milhões de cabeças. Essa primeira etapa de vacinação é destinada a animais de todas as idades.

Após a conclusão da vacinação, no dia 31 de maio, a Agrodefesa tem 30 dias para fechar e enviar o relatório de imunização ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A segunda etapa de vacinação ocorre no mês de novembro.

Raiva
A primeira etapa de vacinação contra a raiva dos herbívoros também é destinada a animais de todas as faixas etárias, sendo eles bovinos, bubalinos, equídeos, caprinos e ovinos. No caso de cidades como Piranhas, Arenópolis, Bom Jardim de Goiás, Caiapônia e Iporá, a imunização é obrigatória, pois são considerados de alto risco para a doença.

Além dos municípios já citados, mais 114 são considerados de alto risco: Água Limpa, Aloândia, Alvorada do Norte, Amorinópolis, Anhanguera, Araguapaz, Aruanã, Bom Jesus de Goiás, Buriti Alegre, Buriti de Goiás, Buritinópolis, Cabeceiras, Caldas Novas, Campinaçu, Campinorte, Campo Alegre de Goiás, Campos Belos, Carmo do Rio Verde, Catalão, Cavalcante, Ceres, Colinas do Sul, Córrego do Ouro, Corumbaíba, Cristalina, Cristianópolis, Crixás, Cromínia, Cumari, Damianópolis, Diorama, Davinópolis, Divinópolis de Goiás, Doverlândia, Edealina, Edéia, Faina, Fazenda Nova, Flores de Goiás, Formosa, Formoso, Goiandira, Goiás, Goiatuba, Guaraíta, Guarani de Goiás, Iaciara, Ipameri, Israelândia, Itapuranga, Itumbiara, Ivolândia, Jaupaci, Joviânia, Luziânia, Mairipotaba, Mambaí, Marzagão, Matrinchã, Mimoso de Goiás, Minaçu, Mineiros, Moiporá, Monte Alegre de Goiás, Montes Claros de Goiás, Montividiu do Norte, Morrinhos, Morro Agudo de Goiás, Mossâmedes, Mozarlândia, Niquelândia, Nova América, Nova Aurora, Nova Crixás, Nova Roma, Orizona, Ouvidor, Padre Bernardo, Palestina de Goiás, Palmelo, Panamá, Perolândia, Piracanjuba, Piranhas, Pirenópolis, Pires do Rio, Planaltina, Pontalina, Porangatu, Portelândia, Posse, Professor Jamil, Rialma, Rio Quente, Rubiataba, Sanclerlândia, Santa Cruz de Goiás, Santa Rita do Araguaia, Santa Tereza de Goiás,São Domingos, São Miguel do Araguaia, São Miguel do Passa Quatro, São Patrício, Serranópolis, Silvânia, Simolândia, Sítio D’Abadia, Terezina de Goiás, Três Ranchos, Trombas, Uruaçu, Urutaí, Vianópolis, Vicentinópolis e Vila Boa.


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