10/08/2015 às 10h29min - Atualizada em 10/08/2015 às 10h29min

Família do prefeito de Bom Jardim de Goiás é ameaçada em pichação

Cleudes Baré já foi vítima de um atentado a bala em 2012. Desde sábado

Jotta Oliveira - Piranhas
Tribuna Piranhense
Parede do Ginásio Municipal de Esportes foi pichado com ameaças (Foto: Reprodução/WhatsApp)

“(...) se imaginam que vão me intimidar, podem tirar o cavalinho da chuva, podem até atentar contra a minha vida, mas tenham certeza que agora seus problemas vão aumentar com certeza (...)”. Este foi o recado dado, em uma rede social, pelo presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM) e prefeito de Bom Jardim de Goiás, Cleudes Bernardes da Costa, o Baré (PSDB), após receber ameaças através de pichações no Ginásio de Esportes do seu município, na região oeste de Goiás.

De acordo com informações da Polícia Civil, o Ginásio Municipal de Esportes Ester de Oliveira teria sido invadido durante a madrugada do último sábado (08/08) e  foi pichada a seguinte frase: “Baré FDP vamos matar a sua família”.

Cleudes Baré, que sofreu um atentado contra a sua vida no ano de 2012, disse em entrevista que já tomou providências para tentar identificar o responsável (eis) pelas ameaças.  “Já acionei a Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás e a Diretoria Geral da Polícia Civil. O delegado Marlon Sousa Luz, uma equipe de policiais civis e a Polícia Militar estiveram no local colhendo provas, inclusive uma lata de spray que, suspostamente, teria sido usada para escrever as ameaças na parede do ginásio”, conta.

Baré usou uma rede social para falar sobre o fato. ““O secretário de Segurança Pública e o diretor-geral da Polícia Civil já deram ordens expressas para investigar e descobrir os marginais que estão me ameaçando” relatou o prefeito.

Atentado a bala

No dia 7 de julho de 2012, Baré foi baleado no ombro quando chegava numa chácara. Na época do crime, a polícia identificou o sargento Dianary Lobo como o responsável pela tentativa de homicídio. O militar foi condenado e encontra-se preso em um batalhão da PM em Goiânia, aguardando para ir a Júri Popular.

Um dos motivos da tentativa de homicídio, seria a revolta do sargento após um suposto pedido de transferência feito por Cleudes Baré. O prefeito nega esse pedido e diz que nunca teve nenhum problema de ordem pessoal com o sargento.


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