30/03/2016 às 17h52min - Atualizada em 30/03/2016 às 17h52min

Em Piranhas, homem se mata com uma facada no pescoço

Familiares contam que ele tinha histórico de depressão e que está é a segunda vez que o homem tenta suicídio.

Jotta Oliveira - em Piranhas
Tribuna Piranhense
Segundo testemunha, Valdivino José Rosa enfiou uma faca no próprio pescoço (Foto: Jotta Oliveira/Tribuna Piranhense)

Um homem de 60 anos morreu após cravar uma faca no próprio pescoço por volta das 12h desta quarta-feira (30/03). O suicídio ocorreu dentro de uma residência, na Rua Francisco Honório da Silva, no Setor Santo Antônio, em Piranhas, região oeste de Goiás. De acordo com informações colhidas pela Polícia Civil, Valdivino José Rosa tinha um histórico de depressão e já tentou se matar em outra oportunidade, também com uma facada no pescoço.

No momento da tragédia, haviam dois familiares de Valdivino no local. O primeiro a ir em socorro da vítima foi Jeronimo Rosa Neto, de 25 anos, que é sobrinho do homem e mora em uma casa vizinha. A reportagem do Tribuna Piranhense acompanhou um dos depoimentos dados para a Polícia Cientifica, que chegou por volta das 16h.

– Quando cheguei, minha vó disse que ele estava no banheiro tomando banho. Sentamos em umas cadeiras na sala e começamos a assistir televisão. Neste momento ele chamou a minha avó por duas vezes e depois pediu que ela fizesse um remédio. Instantes depois, ouvi barulhos e fui ver o que era. Cheguei a ouvir quando ele caiu e quando começou a agonizar – contou Jeronimo Rosa à polícia.

Ainda segundo conta o sobrinho de Valdivino José, ele chamou primeiro a Polícia Militar (PM), que o orientou a acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A morte foi confirmada pelos socorristas e a causa provável foi a grande quantidade de sangue perdida. O local foi isolado até a chegada dos peritos.

O fato reuniu vários familiares da vítima e muitos curiosos.

Valdivino José Rosa era natural da cidade de Amorinópolis (GO) e estava em Piranhas visitando familiares. O corpo será enviado para o Instituto Médico Legal (IML) de Iporá e depois liberado para o velório e sepultamento.


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