20/04/2014 às 16h37min - Atualizada em 20/04/2014 às 16h37min

Digitais confirmam que corpo encontrado em pedreira é mesmo de jovem desaparecida em Jataí

Por Jotta Oliveira - Do Tribuna Piranhense, em Piranhas
De O Popular

O corpo encontrado na última sexta-feira em uma pedreira, em Aparecida de Goiânia, é mesmo da jovem Tatylla Cristina Marçal da Silva, de 24 anos, que desapareceu no domingo passado (13), em Jataí, após sair de uma igreja. A identificação só foi possível por meio de impressão digital, uma vez que o corpo estava em avançado estágio de decomposição. O laudo sobre a causa da morte deve ser divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) em dez dias. O corpo de Tatylla foi liberado ontem, por volta das 16 horas, e o sepultamento será em Jataí.

O delegado responsável pelo caso, Agnaldo Coelho Alves, investiga se Tallyta foi vitima de latrocínio. O veículo que ela dirigia, um Hyundai iX 35, foi apreendido na quinta-feira, em uma casa no Setor Solar Bougainville, em Goiânia. “A polícia de Goiânia prendeu uma quadrilha de traficantes e um deles estava com veículo. A placa já tinha sido alterada, mas pelo chassi descobriram que pertencia a Tatylla.” Seis homens forma presos na operação; um menor de idade foi liberado.

O delegado chegou a ouvir três dos integrantes da quadrilha e vai voltar a ouvi-los na terça-feira, 22. Ele também busca outra pessoa que teria, segundo o depoimento do suspeito que estava com o carro, “entregue o carro de Tatylla para ele guardar”. Essa pessoa já foi identificada. “Trabalhamos com a hipótese de que o carro seria trocado por droga fora do País”, conta Alves. Os dois suspeitos - o que estava com o carro e o que teria lhe entregue o veículo - têm envolvimento com crime de receptação.

Desaparecimento

A última vez que a família de Tatylla Cristina viu a jovem foi na noite de domingo, dia 13, na igreja. A jovem foi embora mais cedo e depois disso, não atendeu mais as ligações da mãe. No dia seguinte, Tatylla não apareceu na empresa da família. Foi quando eles procuraram a polícia.

No dia do desaparecimento, câmaras de monitoramento da cidade registraram a passagem do carro da jovem, seguido de uma caminhonete, que segundo o delegado, se assemelha ao do namorado dela. “No depoimento, ele disse que não encontrou a namorada durante a noite, só mais cedo. Mandamos a imagem para a perícia, para melhorar a qualidade”, falou o delegado. O namorado também está sendo investigado, informou o delegado. “A família alega que ele era agressivo”, diz Alves.


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