04/04/2017 às 11h07min - Atualizada em 04/04/2017 às 11h07min

Ao lado de rei, Temer sanciona lei que amplia proteção às crianças vítimas de violência

O presidente Michel Temer, entre o rei da Suécia, Carlos Gustavo, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, fala após sancionar a lei que aumenta proteção à criança vítima de violência

Tribuna Piranhense - com informações da Agência Brasil
Jotta Oliveira
(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O presidente Michel Temer sancionou o Projeto de Lei (PL) 3.792/15 que cria um sistema de garantias para crianças e adolescentes que sejam testemunhas ou vítimas de violência.
Temer participou, na manhã desta terça-feira (4/04), da abertura do 9º Global Child Forum on South America, com a presença do casal real da Suécia, Carlos Gustavo e Sílvia, onde oficializou a sanção. O evento está sendo realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

“Em cada sociedade, as crianças devem ocupar um lugar especialíssimo, elas representam o futuro e a esperança. Ao mesmo tempo, são vulneráveis e precisam de proteção”, disse Temer.

O texto do PL, de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS) e mais 10 parlamentares, cria o depoimento especial que assegura à criança e ao adolescente vítimaa de violência o direito de ser ouvido em local apropriado e acolhedor, com infraestrutura e espaços físicos que garantam sua privacidade.

Esses jovens também não terão contato, nem mesmo visual, com o acusado. As vítimas passam a ser acompanhados por profissionais especializados em saúde, assistência social e segurança pública. Será criado um serviço de atendimento para denúncias de abuso e de exploração sexual.

Fórum

O objetivo do Global Child Forum é atrelar os direitos das crianças aos princípios corporativos. Em seu discurso, o rei Carlos Gustavo disse estar satisfeito com o governo brasileiro, que colocou os direitos das crianças no alto de sua pauta.

Segundo o rei, o evento levantará reflexões entre os representantes das empresas que atuam no Brasil. “Ao realizar negócios, como garantir que os direitos das crianças sejam respeitados e o que as empresas podem fazer para integrar esses direitos ao cerne das suas operações”, disse. "Queremos dar a todas as crianças oportunidades iguais”, completou.


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