20/10/2017 às 13h12min - Atualizada em 20/10/2017 às 13h12min

Tiros em escola deixam dois mortos e feridos

Suspeito pelos disparos é um estudante do 8º ano do colégio, que fica no Conjunto Riviera. Ele é filho de militares e está apreendido.

Do G1 Goiás
Colégio Goyases fica em bairro de classe média, em Goiânia (Foto: Sílvio Túlio/ G1)

 

Um tiroteio ocorreu no início da tarde desta sexta-feira (20/10) no Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), duas pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas na escola, localizada no Conjunto Riviera, bairro de classe média.

 

 

O tiroteio ocorreu por volta do meio-dia. O suspeito pelos disparos é um adolescente, estudante do 8º ano do colégio, que está apreendido. Ele é filho de militares, segundo confirmou o coronel da Polícia Militar Anésio Barbosa da Cruz.

“Informações preliminares dão conta que ele estaria sofrendo bullying, se revoltou contra isso, pegou a arma em casa e efetuou os disparos”, disse.

Os baleados foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros. Segundo o órgão, um dos feridos foi atendido pelo Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) da Polícia Militar e levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Outros quatro, segundo a corporação, foram levados a unidades de saúde por terceiros.

O Instituto Médico Legal (IML) informou que, até as 13h, os corpos dos dois estudantes não tinham sido identificados e seguiam na escola.

O Corpo de Bombeiros relatou ainda que uma mulher ligou no 193, se identificando como professora, e disse que uma pessoa invadiu a escola e fez diversos disparos.

Pânico

O Colégio Goyases tem turmas do 1º ao 9º ano do ensino fundamental, com crianças e adolescentes de idades entre 6 e 15 anos.

Toda a equipe está “consternada” e a administração da escola não irá se manifestar por enquanto.

Uma estudante, que estava dentro do colégio no momento do tiroteio disse, emocionada, o que aconteceu. “Ele saiu dando tiro em todo mundo da sala. Eu segurei na mão da minha amiga e fui até a polícia. Não sabia o que fazer”, relatou.

 

 


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