11/12/2017 às 12h35min - Atualizada em 11/12/2017 às 12h35min

Idosa de 73 anos fica ferida após ser atropelada por motociclista na Avenida JK, em Piranhas

Iva Doralina Ferreira Macedo votava para casa após participar de um evento religioso. Vítima sofreu fratura exposta em uma das pernas.

Tribuna Piranhense - em Piranhas
Jotta Oliveira
(Foto: Reprodução/Ilustrativa)

Uma idosa de 73 anos ficou ferida após ser atropelada por uma motocicleta enquanto voltava de um evento religioso durante a noite deste domingo (10/12), na Avenida JK, no Setor Sudoeste, em Piranhas. Iva Doralina Ferreira Macedo deu entrada no Hospital Municipal Cristo Redentor às 22h50, após ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com fratura exposta na perna direita, ferimentos na cabeça e outras escoriações pelo corpo.

Chovia no momento do acidente. Iva Doralina seguia para a sua casa e, quando foi atravessar a avenida, não percebeu a aproximação de uma Honda Biz que trafegava no sentido Centro/Setor Sudoeste e foi atingida.

A vítima recebeu os primeiros atendimentos da equipe médica da unidade de saúde de Piranhas e, logo depois, foi encaminhada, com o quadro de saúde estável, para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. O último boletim médico informou que Iva Doralina Ferreira Macedo passaria por uma cirurgia na manhã desta segunda-feira (11/12) e, depois disso, não houve outras atualizações.

Com o impacto, a motociclista também foi arremessada no asfalto e teve ferimentos leves no braço direito. Ela foi atendida e já recebeu alta.

A Polícia Militar (PM) foi chamada para atender a ocorrência quando a vítima já estava sendo atendida no Hospital Municipal de Piranhas. De acordo com o sargento Sobrinho, uma mulher, que estava no mesmo evento religioso que a idosa participou, era quem pilotava a moto. “Ela ficou muito abalada, mas prestou socorro e solicitou a presença do Samu. A condutora foi até o Hospital Municipal e nos contou que a vítima entrou de repente na via e não deu tempo de desviar. No momento do atropelamento, a visibilidade estava prejudicada pela chuva”, relatou o sargento.

Ainda segundo Sobrinho, a condutora, que não teve a identidade divulgada, não apresentava sinais de embriaguez e estava com todas as documentações regularizadas.


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