22/06/2022 às 11h57min - Atualizada em 22/06/2022 às 11h57min

Bandeiras tarifárias que incidem na conta de luz são reajustadas

Consumidores não pagarão mais neste momento porque bandeira está verde

Tribuna Piranhense - em Piranhas
Jotta Oliveira
(Foto: Jotta Oliveira/Tribuna Piranhense)
As bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade, sofrerão reajuste de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira. A medida foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta segunda-feira (21/06).
 
Os aumentos não deixarão as contas de luz mais caras neste momento porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde, quando não ocorre cobrança adicional. Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023.
 
Segundo a Aneel, o reajuste reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.
 
Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:
 
Bandeira verde: sem cobrança adicional;
Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 1,874 para R$ 2,989 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 3,971 para R$ 6,500 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 9,492 para R$ 9,795 por megawatt-hora (MWh).
 
Desde 16 de abril, vigora no Brasil a bandeira verde, quando foi antecipado o fim da bandeira de escassez hídrica. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano.

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