09/02/2015 às 09h40min - Atualizada em 09/02/2015 às 09h40min

Chamusca vê equilíbrio e rebate rival: "Quem tem boca fala o que quer"

Após Wagner Lopes afirmar que o Goiás poderia ter feito "quatro ou cinco" gols no Atlético-GO, treinador rubro-negro analisa clássico do Serra Dourada de forma distinta.

Jotta Oliveira - Piranhas
Com informações do G1 Goiás
Atacante Erick marca dois gols e garante vitória do Goiás diante do Atlético (Foto: Ilustração/Reprodução)

Wagner Lopes, ex-técnico do Atlético-GO, foi claro após o clássico deste domingo. Agora no Goiás, ele comentou a vitória esmeraldina por 2 a 1 e afirmou que “justo teria sido quatro ou cinco” gols da equipe contra o Dragão. O goleiro Márcio realmente praticou grandes defesas no estádio Serra Dourada e, por pouco, não evitou a primeira derrota rubro-negra na competição. Mas para o técnico Marcelo Chamusca a superioridade do Goiás não foi tão grande assim. O treinador rebateu o adversário.

- Em uma sequência de erros da nossa defesa, sofremos o gol. A bola saiu da cabeça do nosso lateral. O Goiás fez o gol e voltamos muito aquém no segundo tempo. Não vi toda essa superioridade que o treinador deles falou. No segundo tempo, voltamos com outra postura. Aí o Goiás teve que fechar as suas linhas e jogar no nosso erro. Eles fizeram bem isso, até porque têm jogadores para isso. Se o treinador adversário acha que poderia ganhar de cinco ou seis, respeito a opinião, mas não foi essa a minha leitura. Mas quem tem boca fala o que quer - afirmou o treinador atleticano.

O Dragão foi superado pelo Itumbiara na tabela de classificação e agora está em segundo lugar no Grupo B, com quatro pontos. O time voltará a campo na quinta-feira, fora de casa, contra o Goianésia. Neste domingo Marcelo Chamusca contou com as estreias de três reforços regularizados recentemente. Elbis não atuou bem e falhou no lance do primeiro gol esmeraldino. Sérgio Manoel se movimentou no meio-campo e quase marcou um gol. Luisinho teve atuação apagada. Segundo Marcelo Chamusca, a melhor equipe foi escalada.

- Escalei o melhor time que tenho no momento e diante do adversário que teríamos pela frente. Só que tive apenas um dia para treinar e inserir três jogadores novos. Não adianta tentar convencer ninguém. É perda de tempo. O Rafinha é um jogador muito leve. A leitura que fizemos é de que precisávamos um jogador mais corpulento. Além disso, ele também deixa a desejar um pouco na recomposição. Estamos trabalhando para melhorar isso com ele - comentou Marcelo Chamusca.


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