11/04/2015 às 16h23min - Atualizada em 11/04/2015 às 16h23min

Carro onde viajava o deputado Paulo Cézar Martins é baleado em rodovia

Paulo Cézar Martins (PMDB) seguia para fazenda onde iria pernoitar. Político e PM, que estava com ele, não se refiram; polícia investiga caso.

Com informações do G1 Goiás
Paulo Cézar estava em carro baleado, mas não se feriu (Foto: Y. Maeda/Alego)

O deputado estadual Paulo Cézar Martins (PMDB-GO) teve o carro em que viajava baleado na noite de sexta-feira (10/04), na GO-206, entre Quirinópolis e Gouvelândia, no sul de Goiás. De acordo com o parlamentar, pelo menos quatro tiros atingiram o veículo. Ele conduzia o automóvel e estava junto com um sargento da PM. Nenhum dos dois se feriu. A Polícia Civil investiga o caso.

O político disse que o carro, uma Toyota Hilux, pertence a Alego. Ele afirmou que havia participado de uma reunião política em Caçu e estava a caminho de uma fazenda sua em Gouvelândia para pernoitar quando o crime ocorreu.

"Um [VW] Golf emparelhou e começou a efetuar os disparos contra nós. Um deles furou o pneu. O sargento que estava comigo revidou e também acertou o veículo, que acabou fugindo em seguida", disse.

O deputado informou que há cerca de 60 dias, recebeu um telefonema em que foi ameaçado por conta de uma audiência pública sobre violência da qual participaria em Quirinópolis. Desde então, explica, a própria Alego designou o militar para resguardar sua integridade. "Se não fosse ele, eu tinha morrido. Você estaria anunciando o meu velório", disse.

Paulo Cézar Martins (PMDB) deputado estadual Goiás carro baleado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Paulo Cézar Martins (PMDB) deputado estadual Goiás carro baleado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Motivo
O deputado não sabe afirmar se o tiroteio tem alguma relação com as ameaças que disse ter sofrido. "Não sei se foi um atentado. Nunca tive intriga com ninguém. Tenho meus defeitos, mas nenhum inimigo. Só faço o bem", disse.

Martins registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade. Segundo o delegado Tommaso Leonardi, responsável pelo caso, ainda não é possível afirmar o que teria motivado o crime. "Estamos fazendo diligências para averiguar o que realmente ocorreu", informou.


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