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De acordo com enquete, Câmara dos Vereadores de Piranhas acertou em cassar o mandato de Otair Teodoro

Por Jotta Oliveira – Do Tribuna Piranhense, em Piranhas

Da Redação

A Câmara dos Vereadores de Piranhas acertou na decisão de cassar o mandato de Otair Teodoro Leite (PSDB). Pelo menos é o que pensa 89.7% dos internautas que participaram de uma enquete realizada pelo Tribuna Piranhense entre os dias 9 e 15 de junho. Foi feita a seguinte pergunta: “Você concorda com a decisão dos vereadores de Piranhas de cassar o mandato de Otair Teodoro Leite?”. Somente 10,3% acharam que Otair não deveria ter sido cassado.

Foram contabilizados 1.540 votos. Cada internauta pode votar somente uma vez por dia, sem exceções, pois o sistema somente aceita um voto diário de cada endereço IP.

Otair Teodoro Leite teve seu mandato de prefeito cassado na madrugada do ultimo dia 7 de junho, pelo plenário da Câmara Municipal, por seis votos a um em oito das dez acusações julgados pelos vereadores. Os vereadores Cilmar Teodoro Torres (PSD), Fernando Lizardo de Oliveira (PR), João Leones Martins (PTB), Nilson Gomes (PMDB), Dilson Brás (PSDB), Sebastião Francisco da Silva Junior (PSD), Uerlei da Silva Neves (PSDB), João de Sousa Barros (PP) e Lindomar Ferreira Leite (PSD), cassaram o primeiro prefeito na história de 60 anos do município de Piranhas.  Na sessão, que começou na tarde de sexta-feira (6/06) e só terminou às 0h30 de sábado, os vereadores julgaram o parecer final da Comissão Processante (CP), instalada para averiguar as denúncias contra o prefeito, que pediu a procedência da acusação de infração político-administrativa por parte do gestor municipal.

Para a perda do mandato, seria necessário que dois terços dos vereadores votassem pela cassação e foi o que aconteceu. Os vereadores Cilmar Teodoro e Dilson Brás não quiseram votar, alegando que não tiveram tempo hábil para analisar o processo e que o mesmo está repleto de irregularidades.

A denuncia que ocasionou na cassação do mandato de Otair Teodoro, foi acatada pela Câmara no ultimo dia 27 de fevereiro. Os proponentes foram os pastores evangélicos Daniel Soares de Oliveira e Lindomar Lopes de Oliveira, os comerciantes Lindomar de Oliveira Magalhães e Valdivino Portilho Leite, o funcionário público Paulo Moreira Magalhães e a professora Shirley Alves de Sousa Fernandes. No documento, os denunciantes alegam que a atual gestão é “totalmente equivocada” e não consegue trazer obras ou benefícios que resultem na melhoria da qualidade de vida da população. “Mas o mais grave, o prefeito municipal é suspeito de participar de um grande esquema criminoso, investigado pelo Ministério Público de Goiás, que o levou à prisão por vários dias e ao afastamento do cargo, onde somente retornou por força de uma liminar da justiça”. A denúncia popular apontou ainda que, durante o primeiro afastamento de Otair, foi realizada uma auditoria nas contas públicas municipais, aonde uma série de fatos irregulares veio à tona “deixando claro que o atual prefeito não reuniria condições para continuar a exercer o seu mandato”.

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